Linhas de evolução previstas para ampliar a experiência Horus com áudio, novos modelos de inferência, visualização não-mobile e correlação multimodal.

Evolução da plataforma Horus
Horus evolui como uma plataforma de operação distribuída. O roadmap prioriza funcionalidades que ampliam a interpretação de eventos, respondem às necessidades dos usuários e melhoram a operação em diferentes tipos de dispositivos.
As linhas a seguir descrevem capacidades previstas. Seu escopo final e sua ordem de implementação podem mudar conforme validações técnicas, prioridades operacionais e necessidades observadas nas implantações.
1. Inferências a partir de áudio
Horus incorporará processamento de áudio para gerar inferências a partir de sons coletados por dispositivos compatíveis. O áudio funcionará como uma fonte adicional de contexto junto com câmeras, sensores IoT e eventos da plataforma.
Casos possíveis: detecção de quebra de vidro, alarmes, sirenes, ruídos anormais em sites técnicos e alertas quando um padrão acústico exigir revisão.
2. Novos modelos conforme as necessidades dos usuários
O catálogo de inferência continuará crescendo a partir de necessidades identificadas pelos usuários da aplicação e pelas equipes operacionais.
Essa abordagem permite priorizar problemas concretos: detecções visuais, regras por zona, alertas operacionais, eventos de segurança, manutenção preventiva e requisitos específicos de cada vertical.
3. Experiência não-mobile para telas maiores
Horus implantará uma solução não-mobile para dispositivos com maior capacidade de visualização que um telefone.
Essa experiência permitirá dashboards com múltiplas câmeras, mapas e alertas ampliados, postos de monitoramento e acompanhamento de vários locais em monitores, notebooks e computadores. Ela complementará a aplicação móvel.
4. Correlação multimodal e verificação de incidentes
Como linha adicional, Horus poderá correlacionar sinais de diferentes fontes para gerar eventos com mais contexto: vídeo, áudio, sensores IoT, horários, permissões e estados de dispositivos.
Isso ajudará a confirmar incidentes, priorizar alertas e reduzir notificações isoladas que não exigem intervenção.